Até que ponto ‘tratar’ a imagem ajuda?

Nesta semana, um comercial chamou a atenção de muita gente. O VT das Havaianas em que a atriz Fernanda Vasconcelos aparece na praia, de biquini e sem o umbigo. Foi um erro gigante da produtora de vídeo e da agência Almap, responsável pela conta da empresa. Isso me fez lembrar que na edição 100+ 2010 da revista VIP, o editor de imagens simplesmente apagou os mamilos da vencedora de mulher mais sexy de 2010, a panicat Juju Salimeni. O que me leva à pergunta que entitula o post. Os softwares de edição de imagem podem e devem ser usados para corrigir pequenas imperfeições do corpo em exibição, não para transformar toda a construção do corpo humano. São membros que faltam ou sobram, é o tronco desalinhado das pernas, enfim, são ‘tratamentos’ desnecessários que acabam deixando o resultado ridículo, motivo de chacota. A utilização desse tipo de técnica deve ser repensado para que não nos tornemos projetos de ficção científica.

Obs.: o comercial das Havaianas foi corrigido e agora existe um umbigo que flutua na barriguinha da Fernanda.

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